Transmissão do verme do coração em cachorro: entenda como seu Pet é infectado

27/01/2026

Índice

Introdução

A principal dúvida de muitos tutores é como uma doença tão grave pode se instalar de forma tão silenciosa. O verme do coração em cachorro, ou dirofilariose, depende de um ciclo biológico específico para se espalhar. Compreender detalhadamente como ocorre essa transmissão é o primeiro passo para garantir a proteção eficaz do seu melhor amigo.

O que é o verme do coração em cachorro

Causada pelo parasita Dirofilaria immitis, essa doença se caracteriza pelo alojamento de vermes nas artérias pulmonares e no coração do animal. Embora o dano ocorra nesses órgãos, a origem do problema está em um vetor externo que transporta o parasita de um animal para outro.

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O ciclo de transmissão: do mosquito ao coração

Diferente de outras verminoses, o verme do coração em cachorro não é transmitido pelo contato direto entre cães, fezes ou alimentos contaminados. A transmissão ocorre exclusivamente por meio da picada de mosquitos infectados.

  1. A Picada Infectante: O mosquito (dos gêneros Culex, Aedes ou Anopheles) pica um animal que já possui a doença e ingere as microfilárias (larvas jovens) presentes no sangue dele.

  2. Desenvolvimento no Mosquito: Dentro do mosquito, as larvas passam por uma maturação até se tornarem infectantes.

  3. Inoculação no Cão Saudável: Ao picar um cão saudável, o mosquito transmite essas larvas para o tecido subcutâneo do animal.

Fatores ambientais que facilitam a propagação

A incidência do verme do coração em cachorro está diretamente ligada à presença de mosquitos. Por isso, a doença é significativamente mais comum em regiões quentes, úmidas e litorâneas, onde o clima favorece a reprodução desses insetos durante todo o ano. No entanto, com as mudanças climáticas e o trânsito de animais entre cidades, cães em áreas urbanas também estão sob risco constante.

A jornada silenciosa das larvas no organismo

Após a picada, as larvas iniciam uma migração pelo organismo que pode durar meses. Elas atravessam os tecidos até atingirem a corrente sanguínea, onde são levadas para o coração e os pulmões para completarem seu desenvolvimento até a fase adulta. Esse processo é silencioso, e os sintomas geralmente só aparecem quando os vermes já estão grandes o suficiente para obstruir o fluxo sanguíneo.

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Como interromper o ciclo de transmissão

A melhor estratégia de combate é impedir que o ciclo se complete. Isso pode ser feito de duas formas complementares:

  • Repelentes: O uso de coleiras ou produtos tópicos que afastam os mosquitos.

  • Quimioprofilaxia: O uso de medicamentos preventivos que eliminam as larvas logo após a picada, impedindo que cheguem ao coração.

Prevenção personalizada e segurança medicamentosa

Embora a prevenção seja fundamental, é preciso cuidado. Alguns medicamentos preventivos para o verme do coração em cachorro podem ser perigosos para cães com sensibilidade genética (como a mutação no gene MDR1).

Nesse cenário, a petgenoma oferece testes genéticos que ajudam a identificar essas predisposições, permitindo que o veterinário escolha o protocolo preventivo mais seguro e eficaz para o perfil específico do seu cão.

Saiba mais em: Medicina Personalizada: você sabia que alguns medicamentos podem ser muito perigosos para a saúde do seu cão?

Prevenção personalizada para o Pet

A petgenoma atua com testes genéticos que ajudam tutores a entenderem predisposições de saúde, resposta imunológica e fatores que podem influenciar a evolução de doenças. Embora o verme do coração em cachorro seja prevenido com medicamentos específicos, conhecer o perfil genético do Pet contribui para uma abordagem mais completa de cuidado, prevenção e longevidade.

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Conclusão

Entender a transmissão do verme do coração em cachorro revela a importância de uma proteção contínua. Por depender de um mosquito, nenhum cão está totalmente livre de exposição, mas todos podem estar protegidos com a estratégia correta.

Para saber mais sobre como a genética pode auxiliar na saúde do seu Pet, acompanhe a petgenoma no Instagram @petgenomabr.

Redação

Petgenoma